quarta-feira, 26 de maio de 2010

Moda: Merci...

Eu estava fuxicando o site da Vogue espanhola e encontrei uma matéria que fala sobre uma loja parisiense super cool, mas não simplesmente cool, é o tipo de loja que você diz: quando eu for milionário e for dar um volta por Paris teeenho que passar nessa lojinha para uma compritchas...

Logo de cara você encontra um Mini Rojo retro vermelho – mini rojo é praticamente um mini Cooper – entulhado de bagulho saindo pelo porta mala e transbordando no teto (eu iria nessa loja só para ver esse carro, falo logo).
Lá você vai encontrar de tudo um pouco: cosméticos, plantinhas, móveis e roupas... Ou seja, se sua casa pegar fogo, é no “Merci” que você encontrar tudo que você precisa... Claro, se você for rico. Não podemos esquecer que estamos falando da capital da moda e um país europeu!

Mas tirando todo esse ar pomposo, o Merci-merci é muito mais que uma loja cool e moderna. Ela possui todo um conceito de sustentabilidade e solidariedade. Já que a margem de lucro – pelo que eu entendi – dos designers são destinadas à crianças pobre em Madagascar.

Com a pergunta “merci qui, merci quoi?” (que lhe agradecer, agradecer a você o que?) “Merci...” é uma ideia de resposta dessa loja maravilhosa e... cool.
Merci = obrigado

Fonte: Vogue.ES

sábado, 22 de maio de 2010

Conheça a mais bonita criatura do futuro


Barbarella originalmente é uma personagem dos quadrinhos, criada em 1962 por Jean-Claude Forest. Barbarella escandalizou a França e chegou a ser proibida. Aos poucos, entretanto, conquistou o país e a partir daí espalhou-se pela Europa e pelo mundo, tornando-se uma espécie de ícone do movimento feminista dos anos 1960.

O filme, dirigido por Roger Vadim, de 1968, é marcado pela mesma audácia e originalidade, fantasia, humor, beleza e horror, crueldade e erotismo que tornaram a personagem favorita nas histórias em quadrinhos.



Tudo acontece no planeta Lythion, no ano de 40.000 D.C., quando Barbarella(interpretada por Jane Fonda), viajando pelo espaço, faz uma aterrissagem forçada. Ela é como uma James Bond feminina e futurística, enfrentando o mal, na forma de robôs e monstros. Ela também recompensa, com seu jeito desinibido, os homens bonitos que a ajudam em suas aventuras. Seja lutando contra os Guardas Negros, a diabólica Rainha, ou o anjo Pygar, ela simplesmente não consegue deixar de perder pelo menos uma parte de seu apertadinho traje espacial.

A psicodelia do figurino e cenários faz desse filme um clássico da ficção cientifica trash - se é que esse rótulo é possível. Transformou Jane Fonda num símbolo sexual da época e deu inicio as heroínas femininas. Barbarella kicks ass.


Sempre quis ir a uma festa e dançar essa música. #fail

R.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Uma invasão de Wonderland

A Alice de Tim Burton não podia ter chego em melhor hora. Com a onda de Lady Gaga, Kerli e entre outras cantoras quem vieram para ousar, a Alice se jogou no meio delas. Como na Underland ou - se você prefere como a Alice - Wonderland, tudo é possível.

Mais do que nunca Alice virou um verbo, um 'ser', um estilo e ela está por toda parte: roupas, móveis, bijuterias, livros...


A trilha sonora do longa - Almost Alice - também veio parar entrar com tudo no mundo cool. Porém não é de hoje que cantores se inspiram no tema para fazer seus clipes.


E se você também leva jeito para ser um Mad, follow her e cai nesse buraco com infinitas possibilidades que só esse mundo mágico pode nos dar...

sábado, 15 de maio de 2010

NO pants!


Por que nos preocupamos tanto em escolher roupas intimas decentes se elas praticamente nuunca são mostradas? Por que usar calças em um dia frio, com neve? Por que não deixar dar um ventilada melhor?

Os No pants (sem calças) não vieram reenvidicar a exploração de mão obra chinesa nos campos de algodão ou mesmo protestar contra o trabalho de crianças nas fábriacas made in indonésia que fazem calças... Eles vieram para, simplesmente, chocar! E conseguiram!

Esse é um movimento que existe há 10 anos, segundo o site No pants Day, mas existem relatos de que tudo começou por volta 1985. Quando dizem "No pants!", é sem calça mesmo... não vale usar shortinho e saia, e ainda dizer por ai que participou do No Pants Day. E quem pode participar? Ah cara, chama sua vó, pai, cachorro e piriquito... Eles querem justamente isso, que todo MUNDO participe.

O objetivo é apenas se divertir, não existe nenhuma causa por tras dos sem-calças. E a ideia é justamente chamar cada vez mais gente para participar. Digamos que tudo não passa de um brincadeira que acontece toda primeira sexta-feira de maio, ou seja, se você sair por ai de cueca ou calcinha qualquer outro dia do ano... Bem, acho que você vai se sentir meio solitário nessa joke. Já que a diversão só sentida, realmente, por quem está dentro da brincadeira e vê a cara de espanto de quem não sabe o que está acontecendo.

Em São Paulo aconteceu uma versão do No Pants baseada no Improv Everywhere de New York City, eles fizeream o No Pants Subway Ride [vídeo]. A ideia continua sendo a mesma andar de underpants por ai como se fosse algo normal, mas o alvo deles são os metrôs.

Esse grupo nova-iorquino desenvolve brincadeiras em grupo desde 2001. Com vários videos no YouTube, segue a mesma lógica dos sem-calças juntar um bando de gente e fazer uma brincadeira - que pelo menos eu acho - muito inteligente e... cool [rs].




P.s.: O engraçado mesmo é ver as caras e bocas que as pessoas fazem hahahaha!

Para ver mais videos desse grupo é só buscar no YouTuber por Improv EveryWhere =)

segunda-feira, 10 de maio de 2010

ESPECIAL - "Minha mãe, meu s2"






Do hip-hop ao... Rock, o Clube Psicose fez uma seleção de músicas para lembrar aquela que nos colocou nesse mundo lindo {cofcof}. Se não por isso, por que não agradecer apenas por nos aturar?!

Começamos com Ozzy Osbourne, ‘Mama I’m coming home’. A música não tem muuito haver com o dia das mães, mas tem a palavra, acho que já é um começo [não?]. Enfim, a música era uma homenagem para sua mulher Sharon Osbourne, que era apelidada carinhosamente de “Mama” por Ozzy. E esse foi um dos poucos singles dele que chegou ao top 40 da BillBoard.

Em seguida vem Good Charlotte – do seu álbum de estreia – intitulado Good Charlotte {uau} com a música ‘Thanks you, mon’. E os meninos de Maryland incorporaram o Sérgio Malandro e colocaram essa faixa “escondida”. Eles deixaram um intervalo de mais de um minuto na música ‘Change’ que no final acaba com 8:36, ao invés, dos esperados 4:42. Suuuper malandros, ham.

‘Stacy’s Mom’ dos Fountains of Wayne são para as mães-gata, aquela que arrasta o quarteirão. Já que retrata as fantasias de um garoto que quer se aproximar da mãe bonitona de uma amiga. A música lançada em 2003 fez bastante sucesso chegando a ficar ao 21º lugar no top 40 da BillBoard e ser umas das primeiras músicas a ficar em primeiro lugar das ‘músicas mais baixadas’ do itunes music store.



A quarta faixa é da dupla OutKast, que em ‘Ms. Jackson’ fala sobre as problemáticas de um casamento e a realidade das sogras, através de um hip-hop alternativo que só eles sabem fazer. Depois temos ‘Surrender’ um dos maiores sucessos dos Cheap Tricks. Do hip-hop ao rock, voltamos com o hip-hop do rapper americano Ghostface Killah cantando ‘All That I Got Is You’.

Entramos no túnel do tempo e vamos até 1972 com a música ‘Your Mama Don’t Dance’ da dupla Loggins e Messina, a música teve outras versões, inclusive feita pela banda de rock metal Poison. Depois avançamos mais de uma década até 1983 com a banda punk rock Social Distortion, o álbum que tinha o mesmo nome da música, ‘Mommy’s Little Monster’, não emplacou comercialmente e foi reeditado inúmeras vezes. Em 1995 o rapper 2pac fez uma homenagem a sua mãe Afeni Shakur com a música ‘Dear Mama’, a música é considera uma das melhores canções de hip-hop de todos os tempos, inclusive, uma das melhores do 2pac.

Quatro anos depois um dos grupinhos mais famosos da época, Backstreet Boys, lançaram no seu CD ‘Millennium’ a música ‘The Perfect fan’. Com uma letra super profunda, “Porque, mãe, você sempre foi a fã perfeita” e “Em esperanças eu posso devolver-lhe e ser o filho perfeito”, mostram que foram mais do que graduados em “Minha mãe, meu s2”. No mesmo ano e justamente no mês das mães, Snoop Doog, lançou em seu CD a música ‘I Love my momma’. Podendo ficar em segundo lugar no nosso toptop depois dos boyzinhos da rua de volta {#marinapersonfeelings}.

‘I turn to you’ da Christina Aguilera é a típica música mão na roda que você pode por em qualquer homenagem, do papa ao cachorro, fala sobre uma pessoa que lhe dá apoio, que a ajuda (“In your eyes I know I'll find the light to light my way” – vou chorar, cara hahaha).



De novo nos anos 70, temos ‘I’ll always love my mama’ com The Intruders.

A música ‘Hey mama’, a penúltima música da playlist, do cantor Kanye West. Nela um garoto agradece a mãe tudo que fez por ele, super emocionante e uma das músicas mais bonitas dessa lista. West não escondeu as lágrimas ao cantá-la em seu primeiro show depois da morte de sua mãe em 2007.

Para fechar temos a música ‘A song for Mama’ do grupo Boyz II Men. Fez parte da trilha sonora do filme Soul Food, 1997, um filme que conta a história de uma família de afro-americanos através de Ahmad de 11 anos.

O Clube Psicose espera que vocês tenham curtido o especial ‘Minha mãe, meu S2’ e deixem suas sugestões para os próximos especiais!

FAÇA PARTE DESSA LOUCURA.

P.s.: Fotos do filme "Tudo sobre minha mãe" de Pedro Almodóvar.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Enchanted Doll


Se você achava suas Barbies princesas e ferrietopia [?] o máximo, ou mesmo sua Susi cool e descolada... É porque não conheceram as bonecas russas. São um pouco anorexias, peito pequeno [opa! Me identifiquei] e de uma delicadeza inestimável.
Apesar da delicadeza, as bonecas feitas de porcelana, podem durar até 300 anos!  E claro, que não é o tipo de brinquedo para crianças ou pessoas desastradas, principalmente pelo preço. Uma doll sai no mínimo por R$3.500 reais.
Elas são produzidas pela artista russa [óbvio] Marina Bychkova. Desde os moldes até as minúsculas jóias são feitas pela artista, um trabalho que chega a levar mais de doze dias.
As bonecas são todas articuladas e possuem várias temáticas:

Marina também fez bonecas tatuadas e outras inspiradas em histórias infantis.

Quero ser Annie Hall


As primeiras coisas que se aprende numa escola de roteiro são: um filme não pode ter mais que 40 % de diálogo, que a história deve ser contada com imagens se não vira literatura. E que a idéia geral do autor deve ser parte subjetiva das falas das personagens.
Os roteiristas e professores ainda brincam dizendo que só há uma pessoa no mundo cujos filmes são repletos de falas e mais falas: Woody Allen.
Woody virou sinônimo de Cult. Quem é cúl, assiste Woody Allen. E entende (pelo menos tenta) suas metáforas e falação. Admito que me apaixonei por ele. Sempre me apaixono fácil por figuras míticas assim, até hoje quero ser musa de Hitchcock, esqueça, R.
Nascido em NY, em 1 de dezembro de 1935, Woody, pseudônimo de Allan Stewart Königsberg é famoso por seus personagem judeu nova-iorquino neurótico e fracassado. Figura de nerd, é ator, diretor, roteirista e músico. Mesmo que ele não esteja atuando num de seus filmes, seu alterego estará lá, sendo interpretado por outra pessoa, a essência de Woody em corpo desconhecido.
O que a maioria não sabe sobre o Sr Allen é que a maior parte de seus filmes não se pagam, ainda que “fracassos” de critica, adorados por seus fãs.
Seu primeiro filme premiado foi 'Noivo Neurótico, Noiva Nervosa' ('Annie Hal', 1977), que recebeu quatro Oscars (três para Allen, de melhor filme, roteiro e direção, e um para Diane Keaton, de melhor atriz). O filme conta a história de Alvy Singer, na pele de Woody mesmo, um humorista judeu e divorciado que faz análise há quinze anos. Ele acaba se apaixonando por Annie Hall, vivida por Diane Keaton, uma cantora em início de carreira, e com a cabeça um pouco complicada.
É talvez meu filme preferido de Woody como Woody, fora que a própria Annie Hall é apaixonante.
E quem não se apaixona pelo hipocondríaco, problemático, neurótico, genail, músico (Woody Allen toca clarinete semanalmente num bar de NY), inteligente, chato, pensador, multifuncional, brilhante Woody Allen?



"As pessoas sempre se enganam em duas coisas sobre mim: pensam que sou um intelectual (porque uso óculos) e que sou um artista (porque meus filmes sempre perdem dinheiro)". W.A.
Adoooro.
ps O nome verdadeiro da atriz Diane Keaton, que namorava com Woody Allen por ocasião das filmagens de Annie Hall, é Diane Hall, e seu apelido entre os amigos é Annie.
R.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Piratas, navio e rock'n roll

Os anos 60 foi o marco do rock’n roll na Inglaterra, gritos histéricos e cabelos cheios de laquê sendo despenteados por bandinhas que ganharam o mundo. No entanto, sendo a England um país com raízes medievais, seus pensamentos arcaico e moralista tentaram impedir a disseminação da música do demo pela juventude britânica. O governo não queria ver desajustados com cabelos compridos passeando pela Abbey Road. Mas quem disse que esses nobres políticos conseguiram conter os hormônios adolescentes que aspiravam por sexo, drogas e rock’n roll.

O filme ‘Os Piratas do Rock’ [trailer] retrata justamente esse período do rock inglês em que o governo tentava conter a rebeldia que se alastrava com música de origem americana, limitando as músicas populares nos rádios.
Mas quem precisa de rádio governamental se tem um navio e o Mar do Norte?!

Baseado na Radio Caroline [foto], que em 1966 foi considerada como Radio Pirata por fazer suas transmissões de um navio em água internacionais e não ser licenciada pelo governo.

A versão cinematográfica é fictícia e – resumidamente – retrata os conflitos entre o governo britânico e o navio que toca vinte quatro horas de música pop nos sete dias da semana. Mesmo com as medidas políticas, uma massa de adolescentes idolatravam os radialistas que lhe proporcionavam o que queriam.

Por retratar uma parte da história do rock, a trilha sonora não podia ser aquém. Apesar de ter sido ignorado pelos britânicos e não ter feito muito sucesso nos EUA e Canadá, o filme é uma ótima opção para quem curte o rock/pop da década de 60. E ainda pode se divertir com as loucuras desses piratas no mar e nas ‘ondas’ do rádio.
 
P.s.: Não tenho certeza se o filme foi ou não baseado literalmente no Radio Caroline, infelizmente, a internet não é algo muito confiável para pesquisas.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Heroínas de Quentin


A figura feminina, a mocinha indefesa, a rainha, a madrasta, a bruxa, a vilãs e tantas outras. Personagens femininas são indispensáveis para o desenvolvimento de uma trama interessante, coerente. Claro que não se fazem filmes sem homens, no entanto, a figura feminina balanceia, dá um brilho a mais a história. Quando as heroínas, do ponto de vista literário, carregam um roteiro nas costas, tudo é visto sob uma óptica diferente.
Até pelo histórico feminino na história mundial, desde a pré-história, a mulher é tida como inferior, subordinada ao homem. A divisão do trabalho e a organização da sociedade sempre fizeram com que fossemos subjugadas e até hoje, muitas de nós ainda não vivem plenamente e sim como um ‘segundo sexo’ para cuidar da cria. É claro que já mudou muito e devemos isso a grandes revolucionárias, estudiosas, escritoras, filósofas, jornalistas, que Deus as abençoe. É quase que gratificante vê-las no poder, mesmo que para um fuga, numa sala de cinema.

Na filmografia de Tarantino, é fácil encontrar violência, sangue, armas, diálogos inesquecíveis, boa música, cenas marcantes, falta de linearidade, carros antigos, pés, capítulos, homens que se revelam ótimos personagens, junto a eles, mulheres lindas e independentes, batalhadoras e fortes (não só as ‘boa gente’) que com certeza seriam necessários outros filmes para desvendá-las por completo.
Mesmo que a uma primeira vista, elas pareçam coadjuvantes, sem importância nos elos da história, não se engane, elas farão o rumo de tudo mudar.


PLAYBOY - A abundância de sangue em Kill Bill vai limitar a audiência?

Tarantino- Eu gosto de Kill Bill porque é violento para caramba, mas também porque é divertido para caramba. O filme não se passa em nosso universo, e sim no universo cinematográfico. É um filme que sabe que é um filme. Você pode gostar dele ou não, mas, se é um amante de cinema e conhece o negócio, acabará ao menos sorrindo ao assisti-lo. Em determinado momento, Harvey Weinstein estava preocupado que a violência espantasse o público feminino. Eu disse: "Não se preocupe. Elas vão amar o filme. Elas vão se sentir revigoradas por ele". Acho que garotas de 13 anos vão amar Kill Bill. Quero que jovens garotas possam ver esse filme. Elas vão amar a personagem de Uma Thurman. Elas têm minha permissão para comprar ingresso em um multiplex para outro filme e entrar de bico em Kill Bill. Esse é um dinheiro que abro mão. Quando era garoto, costumava ir aos cinemas quando eles não tinham o título dos filmes no ingresso. Sou bicão de cinema há muito tempo.





#1997 - Jackie Brown
#2009 - Bastardos Inglórios
#2007 - À Prova de Morte
#2004 - Kill Bill: Volume 2 (video)
#1994 - Pulp Fiction - Tempo de violência

Quem presencia seus filmes, fascina-se pelos tempos de violência, pelos planos inusitados, pela musica contagiante e quer saber? As garotas amam Tarantino.
Como diria Simone de Beauvoir, “não se nasce mulher, torna-se mulher”, eu diria que as mulheres de Quentin Tarantino são de fato mulheres.
É notório que minha filha poderá ver os filmes de Quentin Tarantino.
R.

Pela última vez Ledger

Mesmo após dois anos de sua morte, Ledger ainda vive nos seus filmes com interpretações memoráveis. Vive porque a sétima arte tem esse poder. O poder de tornar tudo eterno.


O mundo imaginário do Dr. Parnassus’ é filme para ser visto, principalmente, pelos fãs do Heath Ledger. Já que a história fica um pouco confusa quando Johnny Deep, Jude Law e Colin Farrell entram para fazer o personagem principal. No entanto, a história tem um toque perfeito do mundo imaginário que faz com que a mudança de atores apenas se torne algo comum num lugar onde você pode ser quem quiser.


‘O mundo imaginário do Dr. Parnassus’ – estreia sexta-feira (7)




















So, sexta-feira é dia de ir ao cinema ver a estréia da última atuação do nosso astro que hoje vive pelas águas das praias Perth (Austrália), em todos os filmes que fez e no coração de cada fã.

“Odeio o modo como fala comigo
E como corta o cabelo
Odeio como dirigi o meu carro
E odeio seu desmazelo
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente
Eu odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Mais quando me faz chorar...
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo
Nem mesmo só por te odiar"

Good morning, starshine... the earth says hello!


Como não estamos fazendo nada mesmo (brinks brinks), abrimos o nosso blog sobre filmes, estranhezas, bandas, fofocas relevantes, conversinhas de cozinha, qualquer coisa que dê pano pra manga.
Nosso Clube Psicose está oficialmente aberto.
R.