quarta-feira, 30 de junho de 2010

Stamp.y

Vamos fazer um pequeno teste psicotécnico! O que você vê na imagem?



Se você respondeu um carimbo estilizado ou moderno ou coisa do tipo, está certo. Mas se você disse que é uma câmera digital, também acertou.

A Samtapy é um novo conceito de câmera digital, inspiradas nas famosas Poraloid, possui o mesmo conceito de imediatismo. Porém, ao invés de ‘imprimir’ a foto, ele possibilita que você carimbe sua foto por ai. 

A ideia é meio louca, mas muito criativa e prática: “O mecanismo é bem simples: você tira uma foto e, em seguida, desmonta a câmera, retirando a telinha de LCD. Dentro do equipamento está o carimbo pronto”.

Ficou animado(a)? Não fique. Ainda não existe nenhuma empresa interessada em fabricar essa engenhoca. Mas vamos convir, apesar de ser uma tecnologia de design fofo, não parece ser muuuito útil.

Mais que mil palavras


Para uma mulher trabalhar no Doctor’s Hospital como enfermeira, em Nova York, em época de guerra, era mais comum do que se pode imaginar. Edith, como todos, ansiavam pelo fim da Segunda Guerra. Eis que no dia 14 de agosto de 1945, as rádios norte-americanas divulgam em primeira mão a vitória do Tio Sam sobre os japoneses.
Edith ficou eufórica com a notícia. Assim que acabou seu turno, sem mesmo pensar, saiu correndo, pegou o metrô e foi festejar na Times Squaer. Ela ficou maravilhada com o que viu, as pessoas pulando, gritando, cantando... Todas tão felizes por suas próprias razões.
Ela se sobressaltou quando, num piscar de olhos, sentiu sua cintura sendo tomada, seu corpo inclinado e um beijo roubado. Naquele momento, naqueles poucos segundos, ela sentiu não amor, mas o começo de um novo mundo, uma nova vida.
Sem mesmo olhar para trás, Edith seguiu o seu caminho, deixando o enamorado para trás, não esperando por fidelidade ou que aquele fosse o começo de um grande amor. Ela apenas seguiu e deixou o marinheiro seguir.

Pósfacio
Edith estava a caminho do hospital quando parou em uma banca para comprar o jornal do dia, quando trocou a sua habitual leitura pela revista Life. Na capa estava uma enfermeira em seu fatídico vestido branco entre os braços de um marinheiro que lhe arrancava o mais romântico dos beijos.
Riu secretamente. Quantas enfermeiras e marinheiros não estavam naquela rua, pensou. Mas uma pontada de curiosidade lhe invadiu: “quem seria o misterioso cavalheiro?”.
Talvez a história não fosse tão perfeita, se o soubesse.
Homenagem póstuma     
Edith Shain - 1919 à 2010

P.s.: A história é totalmente verídica, talvez com um pouco de floreios, mas basicamente foi isso que aconteceu naquele dia. Edith Shain na época ficou com bastante vergonha pela foto, apesar que ela não foi a única a ser beijada, abraçada ou qualquer coisa do tipo no VJ Day. Então, até 1980 ela não revelou a sua identidade. Ela também não tinha noção da proporção que aquela foto iria chegar; que iria entrar para história. Já o marinheiro, ainda há incerteza, já que muitos afirmaram ser o homem misterioso. 

Mais informações: VJ Day in TimesSquare e A kiss for the age [entrevista]

segunda-feira, 28 de junho de 2010

You tube, presents...


 
Esse londrino está muito longe de ser o primeiro ou o mais conhecido dos seres possuidores de uma câmera e de acesso a internet que postam vídeos no You tube. Mas sim, ele é mais um “nerd” que faz isso e está chegando cada vez mais “lá”.
Tudo começou em 2005 quando ele vendeu o seu baralho de Yu-Gi-Oh e comprou uma guitarra. No ano seguinte, decidiu abrir um canal no You tube.
Agora, cinco anos depois, aos 21 anos, Alex lançou o seu primeiro álbum e possui diversos vídeozinhos. O seu canal tem cerca de 150 mil assinantes regulares e no lançamento do seu álbum, ele ganhou mais de 300.000 acessos no videoclipe “Holding On”. E no mês de março, desse ano, ele lançou o videoclipe “Pokémon, what happened to you?” que ganhou 900 mil visualizações.




Em setembro de 2009, ele fez um projeto de dez semanas, onde ele produziu uma música e com a ajuda da comunidade online, ele obteve recursos que foram doados ao Children In Need.
Para Alex suas influências são Green Day, McFly e The Beatles. Atualmente, segundo seu site, ele está em turnê e trabalha em seu longa-metragem.
Além de tocar, fazer filmes, caridade e vender ‘singles’, ele possui vídeos em que ele expressa sua opinião por algo ou tenta explicar ou só zoa mesmo... Como, os vídeos em que ele lê os capítulos da saga crepúsculo ou o que ele explica o seriado Lost em menos de três minutos.




É engraçado imaginar que tudo isso começou através de um baralho do Yu-Gi-oh... e hoje ele tem cerca 17 milhões de visualizações no You tube.

P.s: Vou confessar que não entendo nem metade do que ele fala =P

FICA DICA:
No blog Vida Complicada, da Sophia, ela fez um post que também fala sobre outro nerd do You tube, não dá para perder!

sábado, 26 de junho de 2010

O fantástico mundo dos quadrinhos

Suas famas correm o mundo. Muitos sonham ser iguais a eles, ou pelo menos fazer parte de seus mundinhos fantasiosos. Coragem, força, habilidades, super-poderes, vilões, arqui-inimigos... Tudo isso faz parte do universo deles. Sim, estou falando dos super-heróis.
Não sei você, mas eu com certeza já sonhei em ser uma Lana Lane ou uma Mary Kate ou até mesmo uma Mrs. Potts. A realidade alternativa das HQ's invadiu as telonas com tudo, produções adaptadas dos quadrinhos surgem todo ano. Agora, em 2010, o grande sucesso foi a continuação de Homem de Ferro.
Os produtores viram um grande potencial nesse tipo de tema e, desde Homem Aranha, praticamente todo ano surge um filme baseado em história em quadrinho.
Logo depois do lançamento de Batman-Begins, lançaram SuperMan-Returns. o segundo foi bem abixo do esperado e não surpreendeu tanto quanto o relançamento da triologia Batman.

Batman- O Cavaleiro das Trevas marcou pela grande produção e também pela morte de Heath Ledger antes da estréia do filme.

O Quarteto Fantástico e sua continuação (O Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado) parece não ter agradado ao público e crítica. Mas é já que estamos falando de persnagens em quadrinhos, eles não poderiam ficar de fora.

Mais recentemente, a triologia X-Men ganhou um filme complementar. X-Men Origins: Wolverine conta a história de Logan e de como ele perdeu a memória e se tornou Wolverine. Após o bem-sucedido final de semana de estreia de Wolverine, os produtores aprovaram a produção de uma sequência. A história supostamente será no Japão, onde Logan está na cena pós-créditos. Hugh Jackman já declarou que é um fã da saga japonesa de Wolverine escrita por Frank Miller e Chris Claremont. Um filme para Deadpool também está em produção e, também, cogita-se um para Gambi

Fugindo um pouco da linha "Completamente bons moços" temos também Homem de Ferro, com Tony Stark curtindo sua vida adoidado e aprendendo que existem coisas mais importantes do que festas, mulheres e bebidas.

Outro filme repleto de heróis não convencionais é Watchmen. Sinopse: Uma aventura de mistério complexa e de múltiplos aspectos, Watchmen - O Filme mostra uma América alternativa em 1985, na qual super-heróis caracterizados fazem parte da estrutura diária da sociedade, e o "Relógio do Juízo Final" - que traça o gráfico da tensão entre os EUA e a União Soviética - marca permanentemente cinco minutos para a meia-noite.
Quando um dos seus antigos colegas é assassinado, o derrotado, mas nem um pouco menos determinado, vigilante mascarado Rorscharch, parte para descobrir o que seria um plano para matar e desacreditar todos os super-heróis do passado e do presente. Quando ele restabelece a conexão com sua antiga legião de combatentes do crime - um confuso grupo de super-heróis aposentados, dos quais apenas um possui poderes verdadeiros - Rorschach percebe que existe uma conspiração abrangente e perturbadora com ligações com o passado que eles dividiram e catastróficas conseqüências para o futuro. Sua missão é proteger a humanidade, mas quem protegerá os vigilantes chamados watchmen?


A seguir, alguns dos trailers, caso você não se lembre, ou queira ver por qualquer outra razão. ;)


 







sexta-feira, 25 de junho de 2010

Passaporte de volta à infância

Se você tem por volta dos 20 anos-um pouco mais, ou um pouco menos-com certeza sabe de onde é isso:


 
Pra você que não reconheceu, essa música é de Toy Story.
Estreou semana passada aqui no Brasil, o terceiro capítulo do desenho cujo primeiro filme foi lançado em 1995-quando a Pixar ainda assinava a produção sozinha-e lidera o ranking de maior bilheteria da semana. Toy Story 3 continua a história do caubói Woody, do astronauta Buzz Lightyear e seus amigos. Já crescido, Andy agora vai pra faculdade e precisa decidir o que fazer com suas coisas do quarto, inclusive com os brinquedos quase esquecidos no baú.
Muitos críticos afirmam que esse filme é mais para mexer com as emoções do que fazer rir. Se querem saber minha opinião, críticos nunca sabem de nada. Eu ri à beça, mas também me emocionei bastante, principalmente no final. Não se preocupe, não direi nenhum spoiler. ;)
Mas eu aposto que muitos irão se indagar: O que eu fiz com os meus brinquedos?!.
 
Toy Story 3 é uma ótima pedida praqueles que, assim como eu, adoram um momento nostalgia e querem ver alguns dos personagens que marcaram uma época boa da vida.
 

Toy Story 3- Trailer Oficial HD (sem legendas)

ps: Dando uma de crítica de jornal, eu não aconselharia ver em 3D. Aquelas sensações de coisas pulando da tela quase não apareceram, se não fosse por aqueles óculos na minha cara, eu teria esquecido completamente que era um 3D.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Um encontro no Club Passim e... The Weepies!

O que são os The Weepies?

Nada mais que o encontro de dois amantes da música que formam um dos melhores – pelo menos para mim – duo pop-folk indie (hahaha tenso né) que já vi. Se bem que, acho que não conseguiria identificar outra dupla que encaixaria nesse particular estilo musical. Enfim...

Deb Talan ao fazer uma apresentação em um pub super charmoso em Cambridge, Massachusetts, mal sabia que sairia dali com amor de sua vida, Steven Tannen. A partir daquele encontro em 2001, resolveram formar o The Weepies. Em agosto desse ano irão lançar o sexto álbum da dupla, chamado Be My Thrill.

Seus clipes são marcados por serem de um formato bem simples. Nada de mega produções. Geralmente, com animações bem simples que facilmente lembram desenhos feitos por crianças. Por sinal, se adéqua perfeitamente com ritmo pop leve de suas músicas.

A dupla não é uma das mais populares do EUA, mas suas músicas estão espalhadas por diversos seriados, como: Grey’s Anatomy (sou suspeita para falar desse seriado), Everwood, One Tree Hill, Scrubs, Gossip Girl, Life Unexpected, entre outros. Também fizeram uma parceria com Mandy Moore, em 2007, e foram destaque no primeiro filme de Sex in the city. Além da música “Can’t Go Back Now” ter feito parte do anúncio de campanha do Barack Obama.


Então, não se surpreenda se reconhecer uma das músicas deles. The weepies estão por toda parte!

Fotos: 1. The Weepies, Deb e Steven; 2. Club Passim, onde a dupla se conheceu em 2001.

Me come, me mata, Dexter (1 membro)



“A série é baseada no livro Darkly Dreaming Dexter, de Jeff Lindsay, e conta a história de Dexter Morgan, um assassino em série que trabalha como analista forense especialista em padrões de dispersão de sangue, no departamento de polícia do Condado de Miami-Dade.”
Como ninguém pensou nisso antes?
Com um plot genial e personagens cativantes (vide a irmã de Dexter, Debra Morgan e outros), a série é um prato cheio pra quem gosta de assassinatos, assassinos, investigação policial e não dispensa se divertir com momentos descontraídos ou ficar apreensivo com suspenses. E tudo isso feito com um roteiro de dar inveja. As temporadas (já foram lançadas 4) são fechadas, muito bem escritas, diga-se de passagem, com temáticas separadas, e episódios bem amarrados.
Escrever sobre alguém “asqueroso” como Dexter (mentira, ele é lindo), pode ser tarefa árdua para autores principiantes. No entanto, essa série (e o livro na qual foi baseada) foram concebidos com muito talento e diria que até diversão com seriedade na medida certa, pois para escrever bem é necessário ter consciência do mal dentro de nós, do feio, do não aceitável pela sociedade e transformá-lo em arte. Dexter é um pedaço de mau caminho. É arte das boas.
E, sem mais falar, vai começar a assistir logo!, para quem vê, cabe a identificação, a busca do lobo mau, do serial killer em nós, do ser incapaz de amar, de nossos vícios, nossa feiura. E, claro, de nosso entretenimento sagrado. É impossível não se afeiçoar ao assassino por trás do código, Dex.

Uma das aberturas mais legais já feitas:



Dexter, we love u.
R.