segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A menina que não sabia ler

Em uma época em que é difícil encontrar um livro que não fale de vampiros, zumbis e Cia, tenho um achado que deixa de lado essas forças sobrenaturais, mas mesmo assim, consegue emplacar em um suspense muito bem elaborado.
John Harding é um londrino que já teve um de seus Best-selle adaptados para uma série de TV, We Did On Our Holiday [nunca ouvi falar haha]. Critíco literário do Dailey Mail, não provido de muita beleza, mas isso não vem ao caso, aos 58 anos, ele escreveu o suspense gótico “A menina que não sabia ler”.
Assim como dito pela critica, o livro é um verdadeiro vira páginas e mexe com a sua imaginação de uma maneira sem igual. Página por página você vai encontrando mais mistério e criando suas suposições até a última página, que adianto que dá um gostinho de quero mais.
O livro trata sobre o poder da imaginação de uma criança e há todo momento você é testando junto com a Florence (personagem principal que faz uma narrativa em primeira pessoa) tentar distinguir o que é real ou não nessa história.
“1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e decadente mansão, onde nada é o que parece, dois irmãos são negligenciados pelo seu tutor e tio. A jovem Florence, de apenas 12 anos, passa os dias cuidando de seu irmão mais novo Giles e perambulando pelos corredores, em um rotina tediosa e desinteressante. Até que, um dia, a menina encontra a biblioteca proibida da mansão, e apaixona-se por ela.
Mas existem segredos sombrios naquela casa que jamais deveriam ser revelados. Por que Florence sempre sonha com uma misteriosa mulher que insiste em ameaçar se irmão? O que esconde a nova preceptora? E por que o tio não permite que ela aprenda a ler? Florence precisa encontrar muitas respostas – sejam elas inventadas ou não, e soluções nem sempre fáceis para proteger Giles, e o seu amor pelos livros, antes que alguém descubra quem ousou abri as portas do mundo literário.”
Repito as palavras da resenha: o leitor acompanha a história narrada pela própria Florence e, uma vez em sua mente, como separar o que é real do que é invenção?

Agora só depende de você querer descobrir o que é real!

2 comentários:

Flávia disse...

vOU LER CONCERTEZA *--*

http://hoteice.blogspot.com/

Camila Monteiro disse...

Adoreiiii a história.
Vou agora procurar mais sobre o livro!

Beijos